Uma pequena frase:

"Depois de tantos anos, uma coisa não havia mudado: eu me sentia atraída pelo perigo."
Sussurro - pg. 92

domingo, 22 de novembro de 2015

Deixei de ser fraca!

Sabe, um tempo atrás, eu fingia ser forte. Finjia para meus amigos, para minha família, para quem me conhecia  achava que eu era forte. Mas no fundo, eu sabia que não era. Sabia que a noite eu enfraquecia, derramava minhas lágrimas e meu sangue - se bem me entende.
Todos me elogiavam pela minha força, mas eu sabia que não tinha nenhuma força. Eu sabia que quando chegava o silêncio, quando mais ninguém estava vendo, eu era fraca. Eu enganava a todos eles - e, consequentemente - a mim.
Decidi, então não finjir mais. Eu IRIA ser forte, na realidade. Sem mais mentir, nem enganar ninguém.
Hoje, quando eu olho no espelho eu sei que sou forte. Sei que REALMENTE sou forte. Que quando chega a noite eu não mudo. Eu continuo a mesma.
Por isso, peço a você, se for como eu era. Não se deixe enganar, não finja ser forte, nem ligue para oque os outros falam. Todos costumam ser assim. Se reclamam que você é muito magra. Você gosta? É feliz assim? O quê importa, então?
O mesmo vale se falarem mal do seu cabelo, da sua cor, do seu jeito, por você não gostar de algo que "todo mundo" goste. Eles não são você e não podem ditar as regras sobre oque você é.
Porém, se VOCÊ não gosta de algo em você, acha que pode mudar, mude. Se você se sentiria melhor mudando. Deixe de ter medo, pinte o cabelo, tenha coragem de falar aquilo que sempre teve medo, entre naquele curso que você sempre quis, viaje para aquele lugar que sempre sonhou. Se eles reclamarem? Deixe que reclamem, pessoas assim costumam ter medo e inveja pela coragem que você teve e elas não. Não se deixe abalar pelas regras hipócritas de uma sociedade infeliz.
Beijos... Karol...

"Sua vida não está lá fora a sua espera, portanto, não pense que oque você precisa fazer é encontra-lá e trocar pela atual. Não, sua vida é essa mesma. E, sim ela é uma merda. A vida costuma ser assim. Portanto, se quer que as coisas mudem, não precisa trocar de vida. Você precisa tirar a bunda da cadeira".
- Will & Will (pág. 81)

Makes para se inspirar

Gente não sei se como eu vocês gostam de maquiagem. Mas eu adorooo. Acho a coisa mais linda é um olho ou uma boca bem destacada. Por isso vou dar umas ideias para vocês fazerem.

sábado, 31 de outubro de 2015

Eyeless Jack (Jack sem olhos)

     

Eyeless jack - O Ladrão De Orgãos
                     Mais uma lenda da internet, Jack Sem Olhos é muito parecido com o Jeff The Killer, eu acabei achando duas histórias sobre ele, vou colocar as duas aqui:

              Essa é a original:

Olá, meu nome é Mitch. Eu estou aqui para dizer a vocês sobre uma experiência que tive. Eu não sei se foi paranormal ou qualquer que seja a palavra estúpida que as pessoas usam para descrever fenômenos sobrenaturais mas, depois que aquela "coisa" me visitou, eu passei a acreditar nesse lixo paranormal.


Uma semana depois que fui morar com meu irmão, Edwin, depois que minha casa foi fechada, eu terminei de desempacotar minhas coisas. Edwin gostou da ideia de eu me mudar, uma vez que não nos víamos já faziam 10 anos, então eu estava animado também. Eu logo adormeci depois que me mudei. Depois que uma semana, ouvi barulhos vindo de fora por volta da uma da manhã. Eu pensei que era um guaxinim, então ignorei e voltei a dormir. Na manhã seguinte, contei a Edwin sobre o ocorrido e ele concordou que provavelmente era um guaxinim mesmo. 

Na noite seguinte, no entanto, eu pensei ter ouvido minha janela abrindo e um estrondo, como se alguma coisa tivesse entrado no meu quarto. Corri e olhei em volta do meu quarto, mas não vi nada. Na manhã seguinte, Edwin derrubou sua xícara de café quando me viu. Ele ergueu um espelho que estava por perto e eu me vi. Eu tinha um enorme corte na minha bochecha esquerda.
Depois que fui levado para o hospital, meu médico disse que eu devia ter sido vítima de sonambulismo, mas então ele me mostrou algo que fez meu sangue gelar. Ele levantou minha camisa para revelar uma incisão costurada onde meus rins estavam. Meus olhos estavam arregalados. "Você de alguma forma perdeu seu rim esquerdo na noite passada. Nós não sabemos como..Me desculpe, Mitch." meu médico disse.
A noite seguinte foi meu ponto de ruptura. Acordei por volta da meia-noite para ter uma visão verdadeiramente horrível. Eu estava cara a cara com uma criatura com um capuz preto e uma máscara azul - escuro, sem nariz e sem boca, olhando para mim. O que mais me assustou foi que aquilo não tinha olhos. Apenas órbitas negras e vazias. A criatura tinha também alguma substância negra pingando destes buracos. Peguei uma câmera que estava próxima e tirei uma foto. Após a foto, a criatura pulou em mim e tentou abrir meu peito para chegar aos meus pulmões. Consegui impedi-lo chutando-o no rosto. Quando fugi para fora do meu quarto, peguei minha carteira. Eu iria precisar de dinheiro. Corri para fora de casa do meu irmão na noite. Eventualmente cheguei em uma floresta perto da casa de Edwin e tropecei em uma pedra. Caí inconsciente e acordei no hospital. Meu médico entrou no quarto, o mesmo que me tratou antes. "Eu tenho uma boa notícia e uma má notícia, Mitch." meu médico começou. "A boa notícia é que você teve ferimentos leves, e seus pais virão buscá-lo." Eu suspirei de alívio. "A má notícia é que seu irmão foi morto por alguma... coisa. Sinto muito."
Meus pais me levaram de volta para a casa de Edwin para recolher meus pertences restantes. Ao entrar no meu quarto, eu estava com medo, mas mantive a calma. Peguei minha câmera e congelei. No corredor que leva para o meu quarto, eu vi o corpo de Edwin e algo pequeno caído ao lado dele. Eu peguei a coisa pequena e entrei no carro do meu pai, sem mencionar o cadáver de Edwin. Olhei para a coisa que tinha pego e quase vomitei. Eu estava segurando meu rim, meio comido e com uma substância negra sobre ele.

            Mas eu acabei achando mais uma:

              Jack Sem Olhos: A Origem.

   Jack era um adolescente que trabalhava em um jornal. Um dia seu chefe fez o anúncio de que os EUA entrarariam na Segunda Guerra Mundial, então num ato de patriotismo Jack se dignou a entrar no exército para lutar por seu país. Em pouco tempo ele se tornou amigo de um inglês chamado Luis, que também tinha se alistado, já que seu povo foi atacado ele teve a necessidade de defendê-la. Jack e Luis se tornaram melhores amigos, todos os soldados se davam tão bem  que passaram a chamar-se de irmãos.

Jack e Luis estavam prestes a lançar-se em linhas inimigas, mas descobriram que os inimigos haviam se movido antes deles chegarem lá. Uma emboscada! Um gás venenoso foi jogado ao redor da base, fazendo com que Jack ficasse cego. Durante o tumulto, Luis foi baleado. Ambos foram enviados para um hospital a poucos quilômetros de distância do local. Ao entrar no hospital, Jack começou a chorar pela dor insupotável que estava sentindo. Os médicos tomaram uma medida drástica:  removeram os olhos de Jack.

Mesmo cego, Jack se recusou a abandonar seu amigo. Luis estava sendo tratado por uma enfermeira chamada Betsy, nascida nos EUA, mas que havia se mudado para a Noruega. Ela retornou aseu país de origem para ajudar os soldados feridos na guerra. Mas, infelizmente, não pôde salvar-lhe a vida. Luis agarrou a mão de Jack e poucos minutos depois soltou... Teve seu último suspiro na cama como se estivesse apenas dormindo. Jack queria chorar, mas ele não tinha olhos, então mordeu os lábios com tanta força que começou a sangrar. Os médicos o tiraram ele de perto do corpo inerte do amigo, ele não queria deixá-lo ir. Segurou-o até não conseguir mais... Depois disso Jack dormiu durante 3 dias.

No dia seguinte, o médico recebeu um telegrama de Betsy, dizendo onde havia sido enterrado os corpos dos soldados mortos. Jack precisa ir até lá! De alguma forma encontrou o lugar onde foi enterrado Luis e foi se despedir de seu grande amigo. E então ele foi para casa, nos EUA.

Mas somente mais tristeza o esperava lá. Quando ele chegou, sua mãe o recebeu com lágrimas ao ver que ele não tinha mais olhos, então Jack perguntou se tinha acontecido alguma coisa. Estava tudo tão quieto, ela geralmente era muito alegre e cheia de energia! Então ela disse que Marcos, irmão de Jack, tinha morrido por causa de umas 'partículas' que estavam contaminando o ar da fábrica onde trabalhava. Jack queria chorar pela perda de seu irmão, mas não pôde... Uma semana depois lamentou a perda de sua mãe, que morreu provavelmente devido a grande tristeza que sentira.

Jack estava sozinho, pois seu pai morreu de tuberculose quando ele tinha apenas cinco anos. E agora Luis, Marcos e sua mãe também morreram. Ninguém estava lá para orientá-lo, para confortá-lo, oferecer-lhe comida, água ou abrigo... Um homem cego, sofrido e sozinho.

Numa noite, Jack caminhou em volta de seu antigo quarto até que chegou a uma mesa velha de madeira onde guardava uma arma estava carregada e pronta para disparar, era para a proteção de sua família. Mas não havia mais 'família', havia apenas uma utilidade para essa arma agora. Jack abriu a boca, e apontou a arma em sua garganta e puxou o gatilho.

Suas cordas vocais e traquéia foram destruídas em um milésimo de segundo. Seu corpo sem vida caiu no chão, mas, para sua surpresa, encontrou-se ainda de pé. O súbito lampejo de tiros, tinha provocado algo em sua mente que o fez esquecer tudo o que aconteceu antes de sua morte. Ele estava confuso não sabia por que decidiu fazer isso. Incapaz de escapar, ele estava em casa, à espera de uma resposta, até que lembrou da Segunda Guerra Mundial mais uma vez.

Daquele dia em diante o fantasma sem voz e olhos perambula por ai tentando acalmar sua dor...
Como? Me diga voce, já que ele está em sua casa nesse exato momento...

5 Filmes De Terror Pra Você Ver Nesse Halloween

                      Dos meus filmes favoritos a maioria com certeza é de terror, por isso escolhi 5 dos melhores que já assisti pra vocês assistirem:
             

       1- Invocação Do Mal:

Com certeza de todos os meus filmes favoritos Invocação Do Mal é o melhor de todos,
ele é baseado em uma história real de uma família aterrorizada nos anos 70 por espíritos, o filme é muito bom. O que eu mais recomendo hahaha. P.S: Se você tiver medo de fantasmas não assista isso. 


2- A Mulher De Preto:

Esse filme também é muito bom, um dos melhores, protagonizado por Daniel Radcliffe
- nosso eterno Harry - um advogado, vai parar em uma cidadezinha que não o quer ver por lá, seu trabalho é cuidar dos papéis de uma antiga mansão, onde acaba descobrindo histórias e sendo assombrado por uma mulher de preto. Ele passa a noite na mansão oque coloca em risco a sua vida e a das pessoas que ama.

3- Sobrenatural:

Um dos mais assustadores que já vi, acho que ele dá mais medo por que mexe com os
sonhos e com o outro plano e tudo é muito realista: os fantasmas e todas as outras paranormalidades, mas é bom, tem continuação desse filme e tudo hahahaha.

4- Atividade Paranormal 4:

                   Nem preciso dizer nada não é?? Quem nunca ouvir falar desse filme pelo menos uma vez na vida, mas não é dos melhores mesmo assim, acho esse filme meio amador, não assusta muito, mas mesmo assim vale a pena lembrar dele aqui hahahaha.

5- O Exorcista:

                  Reconsiderado o melhor filme de terror, O exorcista é um clássico, o melhor filme que já fizeram com certeza, mesmo ele sendo antigo em um tempo que não existia os melhores efeitos especias ele assusta muitoooo. <3 p="">

Maquiagens Para O Halloween

                     Uma das melhores coisas do Halloween é as fantasias e as aterrorizantes maquiagens, tem uma mais linda que a outra, a imaginação não para quando o assunto é maquiagem, mas, se você ainda está meio indeciso com qual escolher aí vai mais umas ideias ótimas!! <3 p="">










  Espero que tenham gostado. Beijos :* <3 p="">

Unhas Decoradas Para O Halloween

                  Quem não adora aquelas unhas decoradas para datas especiais não é? Por isso eu pesquisei e acabei achando váaaaarias diferentes, algumas super fáceis outras exigem um pouca mais de prática mas todas são lindas, confere aí:








sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Jeff The Killer, uma das maiores lendas da internet.



                Você já deve ter ouvido a história dele, mas se não ouviu, leia a creepypasta dele, é uma história linda, triste e assustadora ao mesmo tempo. Uma das maiores lendas da internet... "Go To Sleep!"


                Trecho de um jornal local :

TERRÍVEL ASSASINO EM SÉRIE DESCONHECIDO AINDA ESTÁ A SOLTA.


Depois de semanas de assassinatos inexplicáveis, o assassino sinistro, ainda desconhecido, está com paradeiro desconhecido. Depois de pouca evidência encontradas, um jovem garoto diz ter sobrevivido a um dos ataques, e corajosamente contou sua história.

"Eu tive um pesadelo e acordei no meio da noite. Eu vi que por algum motivo, a janela estava aberta, mesmo que eu me lembre de ter fechado antes de eu ir para a cama. Levantei-me e fechei-a mais uma vez. Depois disso, eu simplesmente rastejei pra debaixo de minhas cobertas e tentei voltar a dormir. Foi quando eu tive uma sensação estranha, como se alguém estivesse me observando. Olhei para cima, e quase pulei para fora da minha cama. Lá, em um pequeno raio de luz, iluminando por entreas minhas cortinas , tinham um par de olhos. Não eram olhos normais. Eles eram escuros, ameaçadores e de um preto profundo e ... simplesmente...planando lá, me aterrorizando. Foi quando eu vi a boca. Um sorriso , muito horrendo que fez todos os pelos do meu corpo ficarem em pé. A figura estava ali, me observando. Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, ele disse. Uma frase simples, mas disse de uma forma que só um homem fora de si falaria.

Ele disse 'Vá dormir'. Deixei um grito escapar, e foi isso que fez ele vir até mim. Ele me apontou uma faca; direto no meu coração; E pulou para cima da minha cama. Eu lutei com ele, chutei, soquei, rolei pela cama, tentando tira-lo de cima de mim. Isso foi quando meu pai entrou no quarto. O homem jogou a faca, diretamente no ombro de meu pai. O homem provavelmente acabaria com ele, se um dos vizinhos não tivesse chamado a policia.

Eles estacionaram na frente da minha casa, e correram para a porta. O homem deu a volta e correu escadas a baixo para a entrada. Eu ouvi um barulho de vidro quebrando. Quando eu sai do meu quarto, eu vi que janela do fundo da minha casa estava quebrada. Eu olhei pra fora, e vi ele correndo já longe. Eu posso dizer uma coisa, que eu nunca vou esquecer o rosto dele. Aqueles olhos malditos, frios, e o sorriso psicótico. Isso nunca vai sair da minha cabeça."

Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. Seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças 'requintadas'. Jeff e seu irmão Liu não podiam reclamar, uma casa nova e melhor. O que não tinha pra amar? Em quanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los.
"Oi" ela disse, "Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria me apresentar pra vocês, e meu filho também." Ela se virou e chamou seu filho. "Billy, esses são os nossos novos vizinhos." Billy disse oi, e correu de voltas para o pátio da casa onde voltou a brincar.
"Bem," disse a mãe de Jeff, "Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu." Se conhecendo, Bárbara logo os convidou para o aniversário de seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer.Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até sua mãe.

"Mãe, por que você aceitaria um convite de uma festinha? Não sei se você não notou, mas eu não sou mais uma criancinha."
"Jeff, nós acabamos de nos mudar pra cá; nós devíamos mostrar que queremos passar um tempo com nossos vizinhos. Agora, nós vamos à festa, e ponto final." Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e fim de papo. Ele andou até seu novo quarto, e desmoronou na cama. Ele sentou ali e ficou olhando para o seu teto quando, de repente , ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas... Um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer. Ele ouviu a mãe chamá-lo de baixo para pegar suas coisas, e desceu.

No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar café da manhã e ir para escola. Quando se sentou para comer , ele teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ele ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram o café, eles andaram para o ponto de ônibus. Sentaram-se lá, esperando o ônibus. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. "Mas que porra é essa?"
A criança deu a volta foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e pegou com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff. Ele vestia uma camiseta da Aeropostale e um jeans azul rasgado.

"Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço." De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. "Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; Aquele ali é o Keith" Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de paradão, que daria pra você um braço esquerdo se precisasse. "E o outro é o Troy" Eles olharam para o gordo. Era um rolha de poço. Aquela criança não devia ter se exercitado desde que começou a engatinhar.
"E eu," disse o garoto do skate " sou Randy. Agora, deixe-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a passagem de ônibus , se é que você me entende." Liu se levantou, pronto pra socar o garoto até que ele virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou pra ele "Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês seriam mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer do jeito mais difícil." O garoto foi até Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de queimação. Jeff se levantou, mas Liu pediu para que ele se sentasse de novo. Ele ignorou e andou em direção do garoto.
"Ouça aqui, seu punkzinho, você devolve a carteira do meu irmão ou..." Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca.
"Ah, e o que você vai fazer?" Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o garoto no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e o quebrou. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca em seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca. Ele socou Troy diretamente no estômago, e Troy caiu de joelhos, e quando caiu, ele vomitou o todo o chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão.
"Jeff, como você.. ?" Isso foi tudo que ele disse. Eles viram o ônibus vindo, e sabiam que seriam culpados por tudo aquilo. Então eles começaram a correr o mais rápido que puderam.

Enquanto eles corriam, eles olharam pra trás, e viram o motorista do ônibus correndo para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas se sentaram e assistiram as aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão batendo em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando ele tinha aquele sentimento, e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era machucar alguém. Ele não gostava como isso soava, mas não conseguia deter-se de se sentir feliz. Ele sentiu o sentimento estranho sumindo, e não voltou pelo o resto do dia na escola. Mesmo quando ele caminhava para casa devido à coisa toda, perto do ponto de ônibus, e como agora ele provavelmente não pegaria mais o ônibus,ele sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra "Foi um ótimo dia".

Na manhã seguinte, ele ouviu alguém batendo na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policiais na porta, com sua mãe olhando pra ele muito zangada.
"Jeff, esses policiais estão me dizendo que você atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. Esfaqueados, filho!" Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade.

"Mãe, mas eles que tinha facas e apontaram para Liu e para mim."

"Filho," disse um dos policiais, "Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, um com uma contusão no estômago, e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que você tem para nos contar?" Jeff sabia que era inútil. Ele poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro. Eles não poderiam dizer que eles não estavam fugindo, porque verdade seja dita que estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se.

"Filho, chame seu irmão." Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos.
"Senhor, fui... fui eu. Eu fui quem bateu nos garotos. Liu tentou me segurar, mas ele não conseguiu me parar." O policial olhou para seu parceiro, e os dois acenaram com a cabeça.
"Olha garoto, isso será um ano no Centro de Detenção juvenil..."
"Espere!" falou Liu. Todos olharam para o topo da escada, para vê-lo segurando uma faca. Os policiais pegaram suas armas e apontaram para Liu.
"Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas pra provar." Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões , como se ele estivesse em uma luta.
"Filho, coloque a faca no chão," disse o policial. Liu afrouxou os dedos, e deixou-a cair no chão. Ele colocou as mãos para cima, e andou até os policiais.

"Não Liu! Fui eu, eu que fiz isso!" Jeff falou, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
"Ah, pobre irmãozinho, tentando pegar a culpa pelo que eu fiz. Bem, me levem embora." O policial levou Liu até a viatura.
"Liu, fale pra eles que fui eu! Fale! Fui eu quem bateu naqueles garotos!" A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele.
"Por favor, Jeff, você não tem que mentir. Nós sabemos que foi Liu, você não pode impedir. Não faça isso ser mais difícil que já está sendo." Jeff ficou olhando sem poder fazer nada, enquanto o carro saia velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois o pai deles estacionou na frente de casa, e vendo o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado.
"Filho, filho o que houve?" Jeff não podia responder. Suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff andou até seu pai para dar a má notícia à ele, enquanto Jeff chorava na garagem.

Depois de uma hora ou mais Jeff voltou para a casa, viu que seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles. Ele não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Ele foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias se passaram, sem notícias de Liu da prisão. Não havia amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado por sua mãe, com um rosto feliz, ensolarada.

"É hoje, Jeff." ela disse enquanto ela abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff.
"O que é hoje?" Jeff perguntou ainda meio dormindo.
"Ora, é a festa de Billy." Jeff estava agora totalmente desperto.
"Mãe, você está brincando, né? Você não espera que eu vá para a festa de alguma criança depois..." Houve uma longa pausa.
"Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu. Eu acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vá se vestir."

A mãe de Jeff saiu do quarto e foi se preparar. Jeff lutou para se levantar. Ele pegou uma camisa qualquer, uma calça jeans e desceu escadas. Ele viu o pai e a mãe todos bem vestidos; sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. Ele pensou: por que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança?
"Filho, isso é tudo que você vai vestir?" disse a mãe de Jeff.
"Melhor do que usar algo exagerado.", disse. Sua mãe escondeu a vontade de gritar com ele e escondeu-a com um sorriso.
"Mas Jeff, você poderia se vestir melhor, se quiser causar uma boa impressão" disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para seu quarto.
"Eu não tenho roupas extravagantes!" ele gritou ao subir as escadas.
"Basta pegar alguma coisa." disse sua mãe. Ele olhou ao redor em seu armário para o que ele chamava de fantasia. Ele encontrou um par de calças pretas, que ele tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta. Ele não conseguia encontrar uma camisa para sair. Ele olha em volta, e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com a calça. Finalmente, ele encontra um moletom branco, jogado em uma cadeira e colocou-o.
"Você vai assim?" ambos disseram. Sua mãe olhou para o relógio. "Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora." Ela disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora.

Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram com Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças.
"As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal você ir conhecer algumas das crianças?" disse Bárbara.
Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças. Eles estavam correndo em trajes estranhas de vaqueiros e atirando um no outro com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e lhe entregou uma arma de brinquedo e um chapéu.

"Hey. Quer brincar?" , disse.
"Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas." O garoto olhou para ele com aquela cara estranha de cachorro pidão.
"Po-favô?" disse o menino. "Tudo bem", disse Jeff. Ele colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio ele pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois ele começou a realmente se divertir. Pode não ter sido super legal, mas foi a primeira vez que ele havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu.

Assim, ele brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento.Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith pulando a cerca assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente.
"Olá? Jeff?", disse. "Nós temos alguns negócios inacabados". Jeff viu seu nariz machucado. "Eu acho que estamos quites. Eu te dei uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção." Jeff falou enraivecido.
Randy tinha fúria nos olhos. "Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Você pode ter acabado com a gente no outro dia, mas não hoje." Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu uma cabeçada nele. Jeff empurrou Randy pra longe e ambos se levantaram. As crianças estavam gritando e os pais correndo para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos.
"Ninguém se mexe ou tripas vão voar!" eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff.

Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff se levantou e correu em direção a porta dos fundos. Porém, Troy agarrou-o.
"Precisa de ajuda?" Ele pegou Jeff pelo colarinho e jogou-o de volta pro pátio através da porta. Enquanto Jeff tenta ficar de pé ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue.
"Vamos Jeff, lute comigo!" Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. "Lute!" Ele joga Jeff de volta para a sala de estar.
"Vamos Jeff, olhe para mim!" Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. "Eu sou quem mandou seu irmão pro centro de detenção! E agora você só vai só sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Você deveria se envergonhar!" Jeff começa a se levantar.

"Ah, finalmente! Levante e lute!" Jeff agora está de pé, sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. "Finalmente. Ele está de pé!" Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. Seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional se foi, tudo o que ele pode fazer, é matar. Ele pega Randy derruba-o ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre.
Todo mundo está olhando para Jeff agora. Os pais, as crianças chorando, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto ele corre, Troy e Keith disparam fogo contraele, todos os tiros perdido. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith seguindo-o. Enquanto eles disparam suas últimas balas, Jeff entra dentro do banheiro. Ela pega o toalheiro, e arranca da parede. Troy e Keith correm para o banheiro, com as facas em punho preparadas.

Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai duro e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como água sanitária que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, acertando direto na a cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, ele deixou escapar um sorriso sinistro.
"O que há de tão engraçado?" Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. "O que é engraçado?", disse, "é que você está coberto de água sanitária e álcool." Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro para ele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou.

Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em torno de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou se levantar, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo.
"Eu não acho que você pode sair da cama ainda." ela disse, enquanto colocava-o de volta em sua cama e reinserido o cateter em seu braço. Jeff sentou-se ali, sem-nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe.
"Querido, você está bem?", perguntou ela. Jeff não poderia responder embora,pois seu rosto estava coberto por gesso. "Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy tinha atacado você, eles decidiram soltar o Liu."
Isso fez com que Jeff quase pulasse, parando, lembrando-se do tubo sair do seu braço. "Ele estará fora amanhã, e então você dois poderão estar juntos de novo". A mãe do Jeff abraça-o e se despede.

As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até o dia onde os seus curativos deveriam ser retiradas. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos.
"Vamos esperar o melhor," disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra.
A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele.
"O quê? O que aconteceu com meu rosto?" Jeff disse. Ele se levanta rapidamente, ignorando a tontura, e corre para o banheiro. Ele olhou no espelho e viu a causa da aflição de todos. Sua cara. Era... Era simplesmente horrível. Seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. Seu rosto se transformou em uma cor branca pura, e seu cabelo chamuscaram de marrom a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se encostasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho.
"Jeff", disse Liu."Não é assim tão ruim...."

"Não é tão ruim!?", disse Jeff, "é perfeito!" Sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente seus pais percebendo que seu olho esquerdo e a mão tremiam.
"Umm... Jeff, você está bem?"
"Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Ha ha ha ha ha haaaaaa , olhe para mim. Esse cara caí perfeitamente comigo!" Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto sentindo-o. Olhando no espelho. O que causou isso? Bem, você deve se lembrar que quando Jeff estava lutando Randy algo em sua mente, sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele foi deixado como uma máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso.
"Doutor", disse a mãe de Jeff, "Meu filho...é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?"
"Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos dar-lhe um teste psicológico."
"Ah,sim. Obrigada doutor." A mãe de Jeff até ele. "Jeff, querido. É hora de ir."
Jeff olha de longe o espelho, seu rosto ainda formando um sorriso louco. "Tudo bem, mamãe. Ha ha haaaaaahahaaaaa!" sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para pegar suas roupas.
"Isto é o que veio", disse a moça no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele colocasse sua roupa. Então eles deixaram, não sabendo que este era seu último dia de vida.


Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse chorando. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pego uma faca e esculpido um sorriso em seu rosto.
"Jeff, o que você está fazendo?", perguntou sua mãe. Jeff olhou para eles. "Eu não conseguia me manter sorrindo mamãe. Doeu depois de algum tempo. Agora, eu posso sorrir para sempre." A Mãe de Jeff percebeu seus olhos, anelados em preto. "Jeff, os seus olhos!” Os seus olhos aparentemente nunca fechavam.
"Eu não podia ver meu rosto. Eu comecei a ficar cansado e meus olhos começaram a fechar. Eu queimei as pálpebras para então me ver pra sempre; este meu novo rosto". A mãe do Jeff lentamente começou a se afastar, vendo que seu filho estava totalmente louco. "O que há de errado mamãe? Eu não sou bonito?"
"Sim filho," ela disse, "Sim, você é. Lindo... Deixe eu ir chamar o Papai, para que ele possa ver seu lindo rosto." Ela correu para o quarto e sacudiu o pai de Jeff do seu sono. "Querido, pegue a arma nós..." Ela parou quando viu Jeff na porta, segurando uma faca.
"Mamãe, você mentiu." Foi a última coisa que os dois ouviram enquanto Jeff corria na direção deles com a faca, esfaqueando ambos.
Seu irmão Liu acordou, assustado com algum ruído. Ele não ouviu mais nada, então ele apenas fechou os olhos e tentou voltar a dormir. Enquanto ele estava na fronteira do sono, ele teve a sensação estranha de que alguém o estava observando.
Ele olhou para cima, antes que a mão de Jeff cobrisse sua a boca. Lentamente, ele ergueu a faca pronta para mergulhá-la em Liu. Liu debateu-se tentando escapar de Jeff.




"Shhhhhhh", Jeff disse: "Vá dormir."

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A Verdadeira História Sobre O Halloween




"Doces ou Travessuras"!! Será mesmo?
Todo mundo aguarda fielmente pelas festas, fantasias e brincadeiras que o Dia Das Bruxas traz. Alguns nem tanto. Mas mesmo sem querer essa comemoração está ganhando cada vez mais força aqui no Brasil nos dias de hoje, e é impóssivel não gostar de todas as festas divertidas.
Mas uma antiga história nos conta que esse dia não é somente para pedirmos doces e fazermos travessuras.
Narra a lenda que este é o único dia do ano em que o manto entre o mundo dos vivos e o dos espirítos (dos mortos)está mais fraco, ou seja, fica muito mais fácil de as almas andarem livremente por aí. Por isso as pessoas desse tempo se fantasiavam de vários tipos diferentes de monstros, bruxas e tal, tudo isso para afastar esses espíritos e não correr o risco de ser possuído ou a alma fazer algum mal com a pessoa - vissshh!! - e saíam por aí todos fantasiados. Se você fez alguma pessoa ter ódio de você. Meu querido se cuida! Hahahaha.
Só que acabou passando os anos e transformaram isso em uma comemoração para as crianças.
Mas eu é que não saio de casa nesse Dia Das Bruxas, já pensou? Deusulivre hahahaha.
Ainda assim essa é uma época muito divertida e eu decidi fazer um especial de Halloween, então tudo que eu vou postar vai ser mais aterrorizador. Desde lendas, jogos até filmes e penteados para esse dia.
Feliz Dia Das Bruxas! E tome cuidado, nunca se sabe...

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Entrevista com a blogueira Amanda Vieira.

Esses dias eu fiz uma entrevista com a blogueira - e também minha amiga - Amanda Vieira do blog Mundo Dos Livros. Eu tive a ideia por que acho interessante entrevistar uma outra blogueira. Fica ainda melhor quando ela é uma das suas melhores amigas né?. Olha como foram as minhas peguntas e as respostas dela:


Eu: Qual foi teu estímulo pra começar um blog?

Amanda: Você. haha

Eu:De onde tirou a ideia do nome?

Amanda:Como sou apaixonada por livros e ele nos leva para nosso próprio mundo, daí MUNDO DOS LIVROS.

Eu:Já pensou alguma vez em parar de postar?

Amanda:Já, por não saber oque postar, mas aí eu penso no que me levou a criá-lo.

Eu:Oque mais gosta de escrever no blog?

Amanda:Um pouco de tudo.

Eu:Se inspirou em algum blog alguma vez?

Amanda:Em nenhum, eu acho bom nós termos as nossas "próprias ideia".

Eu:Qual a sensação que sentiu quando teve as primeiras vizualizações e comentários?

Amanda:Eu fiquei feliz pois daí as pessoas vão ver um pouco do que eu gosto de ler.

Eu:Já pensou em gravar algum tipo de vídeo?

Amanda:Nunca pensei, mas não seria uma má ideia.

Eu:Alguém já te chamou de louca por ser blogueira?

Amanda:Ainda não.

Eu: Já teve medo de postar alguma coisa?

Amanda:Já. eu fiquei tipo: será que eles vão gostar ou não? Será que vão falar mal ou criticar?

Eu:Tem algum comentário favorito no blog?

Amanda:O seu em uma das minhas publicações me explicando porque John Green culpou as estrelas.

Amoor é sempre um prazer conversar com você. Te amo. <3 :* Eu também respondi algumas pergunta dela tá? Via lá no blog dela conferir:

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O rolê da baixa autoestima.


"Desde menina você é ensinada a se odiar aos poucos.
Afinal, ninguém suporta meninas convencidas.
Você não deve se reconhecer inteligente, ou se achar tão esperta. Não deve se sentir bonita, inclusive você nem é mesmo, com essa barriga cheia de dobrinhas e este rosto doente cheio de espinhas, o cabelo que não é o da revista.
Se você fizer alguma coisa bacana, esconda ou diminua. Se você é boa com idiomas, ou desenha, ou gosta de música, ou é boa esportista, não tenha orgulho disso. Aprenda que na realidade você 'nem é tão boa assim'. Quando alguém te elogiar, discorde, diga que nem é tanto assim.
Pessoas gostam de meninas humildes. Aos poucos de tanto repetir a postura você internaliza. Aprende que na realidade, você realmente não é tão boa e nem faz tão bem assim. Você desenha, né, meio torto, não é tão legal quanto o das outras pessoas, melhor não mostrar. Você está gorda, melhor uma roupa mais frouxa, começar outra dieta. Olha o seu rosto, é realmente hora de por mais maquiagem.
Em doses homeopáticas você aprende que é insuficiente.
Não aceita mais elogios e duvida de si mesma.
Não reconhece nada de bom no que faz. Se está sozinha é óbvio que é porque é pouco atraente ou interessante, e quando alguém se relaciona com você, você dá graças a Deus pela misericódia daquele ser em te querer. Se ele te largar nunca mais vai aparecer ninguém.
Bem vinda ao rolê da baixa auto estima.
A única coisa que a cultura da auto depreciação traz é um elevado índice de pessoas depressivas.
Ame-se.
Sinta-se bonita. Tira o foco dos defeitos. Se permita gostar de si mesma e se isto for ser propotente, seja mesmo. Ser prepotente é legal, divertido e anti-depressivo.
Quando te fizer um elogio, pare de discutir. Não faz nenhum sentido, se você pensar bem, insistir em convercer alguém - e convencer a si mesma - de que você é pouco.
Eu tenho uma amiga que quando alguém dis pra ela 'você é linda' ela responde de volta 'obrigada sou mesmo'. As pessoas não lidam bem, pra ser bem honesta. Como alguém pode SE achar linda? Sozinha? Assim, sem nenhum traço de auto-diminuição? Isto é permitido por lei?
Uma vez alguém tentou miná-la:
'-Você é linda.
-Valeu, sou mesmo.
-Nossa, você se acha.
-Claro que não. Cê acabou de falar que sou mesmo ué. Então qual é o problema em saber?'
Não tem nenhum problema.
Se permite se achar invrível hoje. Se permite parar no espelho olhando não para as espinhas na testa mas para como seu olho tem um formato super bonito ou seu cabelo hoje está muito legal. Se permite olhar para os teus estudos não focando naquela nota baixa em português, mas em como você se saiu bem com álgebra. Se permite se amar, e se alguém estranhar, problema. Já passou da hora da gente abandonar este culto da baixa auto estima - e que se parar para pensar, não faz sentido nenhum.
Se acha moça, se acha mesmo. Se acha muito".
Via- Ariane Do Carmo.